segunda-feira, 25 de abril de 2011

A PRESENÇA PURA TEM SEU PREÇO

Claro que o orelhudo não chegou antes de mim.
Eu voltei primeiro da minha "viagem de negócios".
O domingo de páscoa foi tranqüilo e luminoso. Doce, também.
Confesso que senti um certo CIÚMES do coelhudo.
Ele só precisava esconder ninhos de chocolate para garantir seu agrado. Eu não. Ao contrário: precisei recuperar a atenção dos meus filhos aos poucos.
Claro! Foi a maior farra na hora em que cheguei em casa. Mas depois vieram as bronquinhas por causa da ausência. Daí que a gente vê como é delicado recomeçar no trabalho. Uma mãe que não parou de trabalhar ao ter seus filhos, criou-os com uma certa dose de ausência. Ou seja, eles já acostumados com a mamãe trabalhando.
No meu caso, fui muito presente. Por muito tempo. Porquê? Eis um assunto para outro (s) post (s). A presença pura tem seu preço. E esse foi um certo desdém de um, resmungo na hora de dormir de alguém ou aquele machucado que não doía há dois dias transformar-se numa catástrofe com lágrimas saltitantes do outro.
Acabou que comemos muitos chocolates juntos!

4 comentários:

  1. .... é dificil mesmo a separação, mas faz parte e o melhor de tudo é o retorno ....
    coisa mais querida. aqui também tentam chamar a atenção de qualquer jeito.
    tem que rebolar para contornar as situações ...
    grande beijo
    ana

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  2. um pouco de chantagem faz parte da relação mãe-filhos. Algumas vezes nós, mães, fazemos e, em outras, eles!
    O negócio é não esmorecer. Eles estão já grandinhos, podem prescindir da mãe por um tempinho!
    bjs

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  3. Que lindo Elisa! E é assim mesmo que de alguma maneira vamos levando a vida... bjs Monica

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  4. Viu amiga? Tem que ser uma mãe meio "polvo", cheia de braços, pra segurar todo mundo. Ai, ai...bjokas

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